Reconhecimento profissional: uma questão de atitude ou obrigação?

Prezados colegas, constantemente nós nos deparamos com profissionais de empresas comentando sua insatisfação pelo trabalho desenvolvido em decorrência da falta de reconhecimento pela sua gestão direta ou até mesmo de sua empresa por não ter ferramentas de gestão clara de incentivos.

É evidente que um gestor necessita ter perfil de liderança, mas não somente com foco nos resultados, mas também com foco no comportamento humano, pois é daí que advêm os resultados esperados. Fica claro e evidenciado que utilizar a atitude do reconhecimento, motiva e essencialmente cria um ambiente de parceria transparente, saudável e com esse gesto de atitude, consequentemente, ele é também reconhecido pela sua equipe.

A atitude do reconhecimento é um valor inestimável que deve ser aplicado diariamente nos ambientes de trabalho, família e sociedade. Ela revigora o ego, dá prazer e da satisfação. Mas se entendermos que a atitude do reconhecimento deve ser considerada uma obrigação, um fardo, estaremos afirmando um comportamento frio e calculista que por mais que seja difundido com uma comunicação clara e verdadeira, sempre será desastroso para os resultados, imagem e fidelidade.

Como é gostoso quando o “chefe” chama a equipe ou um colaborador para dar-lhe parabéns pelo trabalho desenvolvido. Isso mexe muito com os sentimentos, ficamos orgulhosos, felizes e comentamos com alegria com os outros: “ganhei o dia hoje”. Muitas vezes até obtém-se uma resposta como essa: “seu gestor é um baita profissional, gostaria de fazer parte de sua equipe”. Então pergunto: por que não poderia ser assim em todos os setores e empresas? Isso não caracteriza protecionismo e sim coragem de reconhecer o que precisa ser reconhecido, é ter valentia e orgulho de demonstrar essa atitude, independente de muitas vezes de ser taxado pelos colegas como “bonzinho”. Pare com isso, seja um gestor de qualidade, valente, traga a responsabilidade para você, defenda seus atos e os de sua equipe, melhore o conceito de uma liderança participativa.

Quando comentamos sobre a empresa desenvolver ferramentas de incentivos, estamos “complementando” a atitude do reconhecimento pela empresa como prêmio monetário pelos estorços e resultados obtidos, essas ferramentas são incorporadas no processo de satisfação em trabalhar-se em uma grande empresa que reconhece os esforços individuais, equipe ou coletivamente como um todo.

Implantar um plano de cargos e salários favorece o reconhecimento de tomar decisões corretas estando sintonizado com o mercado e implementar com trajetórias de carreiras cria condições ao colaborador de almejar seu crescimento profissional também como reconhecimento pelo seu desenvolvimento e acrescentar tudo isso a meritocracia, reconhece os talentos e as diferenças individuais.

Implantar incentivos de curto e longo prazo reconhece diretamente os resultados esperados em conformidade com as metas traçadas para o período.

Ferramentas de gestão do reconhecimento, portanto, superam índices de satisfações que mantem a empresa em constante crescimento e competitiva, o que a coloca no rol das melhores empresas para se trabalhar, minimizam os custos com a rotatividade, acidentes, afastamentos, absenteísmo e caracteriza a retenção de seus profissionais. Invista nesta idéia!

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